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28/12/2009 - Cocoa Flavanols, Cerebral Blood Flow, Cognition, and Health

 

Este artigo fornece importantes evidências sobre os efeitos dos flavonóides do cacau na Resposta Vascular Periférica e no Fluxo Sanguíneo, que exerce um papel fundamental na função cerebral.

Autor: David F. Dinges, PhD.

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08/10/2009 - Artigo 1 - Transtornos Alimentares

 

Transtorno da compulsão alimentar periódica

AUTORES: AZEVEDO, Alexandre Pinto de; SANTOS, Cimâni Cristina dos; FONSECA, Dulcineia Cardoso da.

RESUMO

O transtorno da compulsão alimentar periódica (TCAP) foi descrito pela primeira vez nos anos 1950. Contudo, sua elevação à categoria diagnóstica apenas ocorreu em 1994, quando foi incluído no apêndice B do DSM IV, com critérios provisórios para seu diagnóstico. Trata-se de uma síndrome caracterizada por episódios recorrentes de compulsão alimentar, sem qualquer comportamento de compensação para evitar um possível ganho de peso. Incertezas quanto a seus parâmetros diagnósticos como caracterização da quantidade de alimentos ingeridos, duração de um episódio de comer compulsivo, ou mesmo o valor da perda de controle sobre a ingestão alimentar, tornam difíceis uma homogeinização de um grupo sindrômico. Desta forma, estudos epidemiológicos podem revelar diferentes dados de caracterização da população portadora deste transtorno. Isto reforça a necessidade da manutenção de estudos para avaliação desta patologia.

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08/10/2009 - Artigo 2 - Transtornos Alimentares

 

Determinantes fisiológicos do controle do peso e apetite

AUTORES: HALPERN, Zuleika S. C.; RODRIGUES, Mariana Del Bosco; COSTA, Roberto Fernandes da.

RESUMO

A obesidade é um dos principais problemas de saúde pública da atualidade, apresentando etiologia multifatorial. Entre os determinantes fisiológicos do controle do peso e do apetite, estão fatores neuronais, endócrinos, adipocitários e intestinais. A leptina e a insulina são hormônios secretados em proporção à massa adiposa e atuam perifericamente, estimulando o catabolismo. No sistema nervoso central, a insulina e a leptina interagem com receptores hipotalâmicos, favorecendo a saciedade. Indivíduos obesos têm maiores concentrações séricas destes hormônios e apresentam resistência à sua ação. Os peptídeos intestinais, combinados a outros sinais, podem estimular (grelina e orexina) ou inibir (CCK, leptina e oximodulina) a ingestão alimentar. Todos atuam nos centros hipotalâmicos, que são os grandes responsáveis pelo comportamento alimentar.

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08/10/2009 - Artigo 3 - Transtornos Alimentares

 

Tratamento nutricional dos transtornos alimentares

AUTORES: LATTERZA, Andréa Romero et al.

RESUMO

Pacientes com transtornos alimentares possuem inadequações profundas no consumo, padrão e comportamento alimentar, além de diversas crenças equivocadas sobre alimentação, o que geralmente acarreta piora do estado nutricional. O tratamento nutricional visa a reverter tais alterações e promover hábitos alimentares saudáveis e melhor relação para com o alimento. Os objetivos e características do tratamento diferem para a anorexia nervosa e a bulimia nervosa, contudo, usualmente, a abordagem é dividida em duas fases: a educacional, cujas principais metas são a regularização do hábito alimentar e o aumento do conhecimento nutricional, e a experimental, que visa a propiciar maior reabilitação nutricional e mudanças mais profundas no comportamento alimentar. As evidências existentes sugerem que o tratamento nutricional promove a melhora de tais parâmetros, porém, alguns comportamentos alimentares, como a sensação de incompetência ao lidar com os alimentos, permanecem. Desta forma, mais estudos são necessários para que se possa de fato avaliar a eficácia da abordagem nutricional.

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08/10/2009 - Artigo 4 - Transtornos Alimentares

 

Tratamento farmacológico de transtornos alimentares

AUTORES: SALZANO, Fábio Tapia; CORDÁS, Táki Athanássios.

RESUMO

Os autores revisaram a literatura a respeito do tratamento farmacológico para transtornos alimentares, incluindo anorexia nervosa, bulimia nervosa e transtorno da compulsão alimentar periódica. São apresentadas evidências clínicas relacionadas ao uso de psicofármacos nos transtornos alimentares e apontadas, ainda, as perspectivas futuras para o tratamento.

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31/08/2009 - Artigo sobre Óleo e Gordura Hidrogenada no Processo de Fritura

 

PERFIL DE ÁCIDOS GRAXOS TRANS DE ÓLEO E GORDURA HIDROGENADA DE SOJA NO PROCESSO DE FRITURA

AUTORES: SANIBAL, Elaine Abrão Assef; MANCINI FILHO, Jorge.

RESUMO

O objetivo desse estudo foi avaliar as alterações dos ácidos graxos e a formação de isômeros trans, durante o aquecimento de óleo de soja (OS) e gordura parcialmente hidrogenada de soja (GPHS) no processo de fritura de batata por 100 horas com reposição lipídica. O perfil de ácidos graxos foi avaliado através de cromatografia gasosa em coluna capilar de 100m. Os ácidos graxos monoinsaturados trans foram os predominantes entre os isômeros trans. A partir de 10 horas de fritura, o OS formou 2,1% de isômeros mono trans e ao final de 50 horas este valor passou a 14,3% contra uma diminuição do total de ácidos graxos poliinsaturados, que passou de 59,9% antes do processamento para 32,6% após 50h de fritura. Entretanto, a GPHS apresentou 20,2% de ácidos graxos mono trans antes de ser submetida à fritura e após 50 horas apresentou uma concentração de 28%. Houve também, uma diminuição do total de ácidos graxos essenciais séries ômega-6 e ômega-3, de 12,8% para 7,3% no mesmo período. Os resultados obtidos revelaram que isômeros trans são formados no óleo e na gordura durante o processo de fritura, sendo que a formação de isômeros trans, ocorreu em menor proporção na GPHS, confirmando a sua maior estabilidade em relação ao OS. Estes resultados indicam a importância de se identificar os ácidos graxos trans nos óleos e gorduras ulizadas em processos de fritura.

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31/08/2009 - Artigo sobre Flavonóides das Amêndoas e Oxidação de LDL

 

Flavonoids from Almond Skins Are Bioavailable and Act Synergistically with Vitamins C and E to Enhance Hamster and Human LDL Resistance to Oxidation

AUTORES: CHEN, Chung-Yen et al.

RESUMO

Consumption of tree nuts such as almonds has been associated with a reduced risk of coronary heart disease. Flavonoids, found predominantly in the skin of almonds, may contribute to their putative health benefit, but their bioactivity and bioavailability have not previously been studied. Almond skin flavonoids (ASF) were extracted with HCl:H2O:methanol (1:19:80) and their content of catechins and flavonols identified by HPLC with electrochemical detection. ASF bioactivity was assessed in vitro by their capacity to increase the resistance of human LDL to oxidation induced by 10 mol/L Cu2. ASF from 0.18 to 1.44 mol gallic acid equivalent (GAE)/L increased the lag time to LDL oxidation in a dose-dependent manner (P 0.0001). Combining ASF with vitamin E or ascorbic acid extended the lag time 200% of the expected additive value (P 0.05). The bioavailability and in vivo antioxidant activity of 40 mol ASF were examined in BioF1B hamsters. Peak plasma concentrations of catechin, epicatechin, and flavonols (quercetin, kaempferol, and isorhamnetin) occurred at 60, 120, and 180 min, respectively. The concentration of isorhamnetin was significantly elevated in liver at 180 min. Absorbed ASF enhanced the ex vivo resistance of hamster LDL collected at 60 min to oxidation by 18.0% (P  0.028), and the in vitro addition of 5.5 mol/L vitamin E synergistically extended the lag time of the 60-min sample by 52.5% (P 0.05). Thus, ASF possess antioxidant capacity in vitro; they are bioavailable and act in synergy with vitamins C and E to protect LDL against oxidation in hamsters.

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31/08/2009 - Artigo sobre Azeite de Oliva

 

Quantificação de Fitosteróis em Azeite de Oliva Importados e Disponíveis no Comércio de Campinas Utilizando Cromatografia em Fase Gasosa

AUTORES: BECKER, Denise Fabiana Silvestre et al.

O azeite de oliva apresenta composição em fitosteróis bastante característica, a qual tem sido utilizada para detectar adulteração com outros óleos. Neste trabalho foram testadas condições analíticas para adequação da metodologia de determinação de fitosteróis aplicada ao azeite de oliva. A técnica para obtenção da fração esterólica engloba a saponificação do azeite de oliva adicionado de padrão interno, isolamento dos esteróis por cromatografia em camada delgada (CCD), extração dos esteróis da sílica gel e injeção do resíduo sem derivatização em cromatógrafo de fase gasosa equipado com coluna capilar LM-5 (5% fenil, 95% metilpolisiloxane, 30 m de comprimento, 0,25 mm de diâmetro interno, 0,3 μm de espessura de filme). Diante da condição cromatográfica estipulada (isoterma de 300ºC) obtevese boa resolução dos componentes, que puderam ser identificados e quantificados através da relação direta com a área do padrão interno. Assim, foi possível avaliar a identidade de 25 marcas de azeites de oliva disponíveis no comércio de Campinas, importados da Argentina, Espanha, Itália e Portugal, sendo que 24 destas foram envasadas na origem. As determinações foram realizadas em duplicata, obtendo-se um coeficiente de variação menor que 10% entre elas. O resultado do percentual dos principais fitosteróis mostrou que é possível detectar fraude no azeite de oliva com outros óleos vegetais, em função do teor de beta-sitosterol que deve ser no mínimo 93%, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA, 2000). Através do teor de esteróis totais, associado à composição em esteróis, foi possível detectar adulteração em três marcas de azeite, das 25 analisadas.

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